Em todas as coisas se manifesta um equilíbrio essencial que não é passível de ser percebido pelos olhos desatentos da mente.
No Silêncio dos julgamentos, como nas águas claras de um lago, mergulha-se num estado onde tudo é percebido em sua correta relação com o Todo.
A princípio pode parecer um estado inalcansável, é o que mente tentará fazer-lhe crer.
Não dê ouvidos, firme-se neste estado de Neutralidade, onde nada é certo ou errado, mas cada coisa existe para cumprir um propósito.
- Shylton D. (Vivências VII)

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